A 28ª edição do Festival do Rio chegou ao fim com a entrega dos Troféus Redentor no tradicional Cine Odeon, situado na região central da capital fluminense. Na cerimônia de encerramento, o longa-metragem “A Margem do Rio”, com direção de Enock Carvalho e Matheus Farias, foi laureado como o melhor filme de ficção. Na categoria de documentário, o título vencedor foi “Elza”, dirigido por Eryk Rocha. De acordo com informações divulgadas pela Agência Brasil, mais de 150 mil pessoas circularam pelas salas de cinema ao longo dos dez dias de evento.

Filho de Glauber Rocha, o diretor Eryk Rocha teve a estreia mundial de seu trabalho realizada no festival. O filme sobre Elza Soares foi elaborado ao longo de anos e envolveu oito temporadas de gravações com a própria artista, mesclando memórias, músicas e registros históricos para tratar da trajetória da cantora e da história do país.

Reconhecimento de atuações e categorias artísticas

O prêmio de melhor ator coube a Victor di Marco por seu desempenho no longa “London”, obra exibida anteriormente no Festival de Veneza. Em seu discurso no palco, o artista abordou barreiras impostas pelo capacitismo na indústria audiovisual e celebrou a relevância de criar métodos próprios de atuação, dedicando a conquista ao incentivo recebido de sua avó.

Na disputa de melhor atriz, a comissão julgadora determinou empate entre Isabel Teixeira, por sua atuação em “Diário do Fogo”, e Grace Passô, por “A Professora de Francês”. Já Pedro Goifman foi escolhido o melhor ator coadjuvante por “A Professora de Francês”, enquanto Renna Costa, Artia e Ísis Broken dividiram o prêmio de melhor atriz coadjuvante por “A Margem do Rio”, que também faturou troféus técnicos de fotografia e som.

Direção e preferência do público

Gabriel Martins conquistou as categorias de melhor direção de ficção e de roteiro por “Vicentina Pede Desculpas”. Já entre os documentários, Camila Valença venceu a melhor direção com a obra “Cão Sem Plumas”. A premiação de melhor curta-metragem foi entregue a “Santo”, dirigido por Maria Luísa Alves.

A votação popular também condecorou obras exibidas na mostra: “Vicentina Pede Desculpas” levou o troféu de melhor ficção, e “Fui Olhar Você Dormir”, assinado por Anna Azevedo, recebeu a distinção de melhor documentário. Conforme dados da organização, o evento apresentou um total de 101 produções brasileiras entre curtas e longas, com 45 delas integrando as mostras oficiais competitivas.

Com informações de Agência Brasil

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial e revisado pela redação.